Alimentos Que Beneficiam A Circulação Do Sangue

Jejum Intermitente, Jejum E Perda De Massa magra


Esse post é uma cooperação do Caio Fleury do site Primal Brasil e bate papo sobre jejum intermitente, que é um conteúdo que gera muita curiosidade em quem está procurando emagrecer com low carb. Eu sempre digo por aqui que é bem importante conceder uma interessante estudada antes de partir para a prática do jejum, principalmente quando se está iniciando na alimentação low carb. O post do Caio reúne infos super significativas para que pessoas tem interesse pela prática todavia tem susto de perder massa muscular.


No Primal Brasil você assim como descobre muitos artigos, podcasts e filmes de focos relacionados ao mundo paleo/low carb. Em meu post anterior, “Deveríamos tomar o café da manhã? Em geral, os leitores gostaram do post, no entanto muitos me mandaram mensagens, preocupados com uma possível perda de músculo com esta prática. Assim sendo escrevi este artigo que tem o propósito de investigar se o jejum razão ou não perda de massa muscular. Quando as pessoas escutam a respeito do jejum intermitente, geralmente ficam admiradas, visto que imediatamente foram advertidas por autoridades nutricionais e na percepção popular que esta é uma prática nociva.


É comum ler, ou escutar por aí que o jejum é uma prática nociva, prejudica o metabolismo, gera perda muscular, é pior para saúde física e mental. O acontecimento é que todos os estudos demonstram exatamente o oposto! E a propósito, é bem comum de descobrir fatos científicos contradizendo a sabedoria popular. Detalhes e outras informações sobre o tema que estou postando nesse artigo podem ser encontrados em outras paginas de novidades como este dicas adicionais .Artigos científicos são difíceis de serem interpretados para a maioria das pessoas, e o caso da maioria deles estarem disponíveis apenas em inglês dificulta mais ainda. Cadastre-se para receber GRÁTIS um ebook com Dicas e Receitas para um Café da Manhã Low Carb que emagrece e alimenta! Muito obrigada por se cadastrar! Pra não entrar em procedimento catabólico é preciso ingerir fontes de proteína que possuem os 9 aminoácidos respeitáveis, ou melhor, a proteína animal, ovos, carnes, peixes e laticínios. Fontes de proteína vegetais são referências insuficientes de aminoácidos sérias.


Existem alguns estudos que têm examinado os efeitos do jejum intermitente em regular a retenção muscular, porém eles não são incalculáveis. Nenhum conseguiu revelar que jejuns curtos, de menos de 12 horas, causam perda muscular, dado que os indivíduos sejam alimentados com quantidades suficientes de proteína animal antes do período de jejum. Em um estudo famoso feito com boxeadores foi constatada uma perda de músculo no grupo de boxeadores que fizeram duas refeições ao dia, no momento em que comparados aos que fizeram imensas refeições ao dia. Contudo, este estudo adquiriu conclusões errôneas e vem sendo criticado por vários pesquisadores, em razão de não consideraram o evento dos participantes estarem consumindo proteínas apenas em forma líquida, como whey protein, que são absorvidos mais mais rápido pelo corpo. Além destes estudos, existem estudos que afirmam a taxa de absorção de proteína dos alimentos. Em geral, a proteína é absorvida muito lentamente.



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Depois de uma refeição rica em proteína, são necessárias tantas horas para que os aminoácidos entrem na corrente sanguínea, podendo entrar a mais de 10 horas. Um almoço caprichado com mais de 60 gramas de proteína eventualmente ainda estaria fornecendo aminoácidos por mais de dez horas, ou seja, até o treino do encerramento de tarde, ou da noite. Ao inverso do que diversos pensam, o jejum enorme de mais de 24h não influencia negativamente nosso estado de saúde mental se estivermos adaptados a uma dieta low-carb cetogênica, restrição calórica ou jejum intermitente. Nenhum estudo foi apto de demonstrar uma redução da taxa metabólica estatisticamente significativa durante períodos de jejum curtos.


dicas adicionais

A redução da taxa metabólica existe apenas em jejuns longos de mais de três dias, não em jejuns intermitentes. Se ocorrerem variações no metabolismo em jejuns intermitentes, é mais provável que exista um acrescento, em vez de perda. A atrofia muscular acontece quando a taxa de degradação de componentes intracelulares da massa magra é maior do que a taxa de sinopse. No momento em que fazemos jejuns duradouros ou desenvolvemos doenças como a diabetes e o câncer, o músculo entra em método catabólico, favorecendo a degradação dos componentes intracelulares e a quebra da proteína nos músculos. Segundo John Kiefer pesquisador e body builder profissional, o corpo começa a perder músculo a partir de 12 horas de jejum por volta de, no momento em que sinais supressores da síntese de proteína começam muito rapidamente a se excitar.


Segundo ele isso ocorre por inmensuráveis motivos. Após 12 horas de jejum o corpo ajusta rapidamente abundantes reguladores do progresso, vários dos quais agem para desligar as reações químicas responsáveis pelo método anabólico e a síntese de proteína. As pesquisas são unanimemente em prol do consumo de proteína pré e pós-treino para aprimorar a sinopse protéica. Treinos de resistência feitos em jejum são beneficiais de inúmeras maneiras. Jejuns longos são anabólicos, eles impedem o desenvolvimento muscular. Pular o café da manhã não se enquadra nessa classe.


O aumento da produção de cortisol durante o período de jejum assim como gera benefícios pro ganho de massa muscular. O cortisol é um hormônio tipicamente conhecido como o hormônio do estresse, por causar estresse físico e mental em grandes quantidades. Mas, em quantidades moderadas ele é benéfico, sendo responsável por melhoras na cognição, atenção, memória e percepção sensorial, entre outros proveitos. O aumento dos níveis de cortisol gera uma melhoria no metabolismo muscular e da glicose, aumenta a tolerância à angústia, diminui a fadiga e aumenta a motivação no decorrer do treino de musculação.


Graças a ele é possível agüentar os treinos por períodos mais longos, tendo mais motivação, resistência à dor e a fadiga. Não precisamos consumir de três em 3 horas, o metabolismo não é acelerado e não obtemos nenhum privilégio com essa prática. Este argumento não tem embasamento e científico e evolucionário. Não poderíamos sobreviver como espécie se isto fosse verdade, já que períodos regulares de jejum eram uma quota natural do nosso passado durante períodos de escassez. Até já o famoso jornal americano New York Times há pouco tempo publicou um postagem condenando as pesquisas que alegam que o consumo de varias pequenas refeições ao dia geram acrescentamento no metabolismo. Esta é uma prática que além de ser fantástica pra saúde física e mental pode transportar alterações extremamente valiosas pra nossas vidas.



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